terça-feira, 6 de agosto de 2013
CONCURSO DA EMPRESA GAÚCHA DE RODOVIAS
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ECONOMIA
Dólar começa a semana em alta e fecha acima de R$ 2,30
Moeda segue acompanhando instabilidade do mercado internacional após leve recuo na sexta
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O dólar iniciou a semana em alta, cotada no fechamento a R$
2,304, com alta de 0,68%. Mais uma vez, foi atingido o maior patamar desde 31 de
março de 2009, quando o dólar chegou a valer R$ 2,319. Na sexta, a moeda
americana tinha apresentado leve recuo, quando encerrou o dia a R$ 2,288 na
venda.
Fonte: correio do povo 06/08/2013Desde o fim de maio, o mercado financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Ele poderá aumentar os juros e diminuir as injeções de dólares na economia global caso o emprego e a produção nos Estados Unidos mantenham o ritmo de crescimento e afastem os sinais da crise econômica iniciada há cinco anos. Na semana passada, o Banco Central realizou um leilão equivalente à venda de dólares no mercado futuro, o swap cambial, a fim de conter a alta do dólar quando a moeda chegou à casa dos R$ 2,30. Nesta segunda-feira, apesar das expectativas dos investidores, a autoridade monetária não interveio. |
terça-feira, 30 de julho de 2013
Municípios brasileiros avançam em saúde, educação e renda
29/07/2013 16:00 - Portal Brasil
País teve aumento de 47,8% no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) entre 1991 e 2010 graças a melhora acentuada em longevidade, educação e renda
Lista de cidades brasileiras com melhor e pior qualidade de vida no País é divulgada
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou nesta segunda-feira (29) os dados do Atlas Brasil 2013, que apresenta o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de 5.565 municípios. O Brasil registrou um salto de 47,8% no IDHM do país entre 1991 e 2010, um avanço consistente puxado pela melhora acentuada dos municípios menos desenvolvidos nas três dimensões acompanhadas pelo índice: longevidade, educação e renda.
O Atlas é elaborado a cada dez anos com os dados do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A edição de 2013 avalia e categoriza os dados atualizados do Censo de 2010 para construir o indicador.
O índice considera que apenas o crescimento econômico não é suficiente para medir o desenvolvimento de uma cidade: o IDHM é constituído da avaliação de critérios relacionados à saúde, educação e renda. Em termos numéricos o índice é calculado de zero a um - zero significa nenhum desenvolvimento humano, e 1, desenvolvimento humano total. Quanto mais próximo de 1, mais desenvolvido é o município.
O trabalho permite, além do IDHM, a consulta a mais 180 indicadores socioeconômicos, como o acesso a serviços básicos e situação de vulnerabilidade das famílias. A consulta é feita por meio de uma plataforma online, que disponibiliza dados por município com tabelas, gráficos e mapas.
Desigualdades entre cidades e regiões
Os indicadores de 2013 reafirmam as desigualdades entre as cidades brasileiras. O IDHM do município com melhor resultado, São Caetano do Sul (SP), é quase o dobro de Melgaço (PA), considerado o pior. O estudo também aponta as desigualdades entre as regiões. Os vinte municípios com pior IDHM estão nas regiões Norte e Nordeste. Já na lista dos vinte melhores, além da capital Brasília, todos os outros são municípios do Sul e Sudeste. Destes cinco são capitais: Florianópolis, Vitória, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte.
O IDHM do Brasil saltou de 0,493 (Muito Baixo Desenvolvimento Humano) para 0,727 (Alto Desenvolvimento Humano). O IDHM Longevidade (0,816) é o que mais contribui em termos absolutos para o nível atual do IDHM do Brasil. Esta evolução da dimensão Longevidade reflete o aumento de 9,2 anos (ou 14,2%) na expectativa de vida ao nascer entre 1991 e 2010. Neste mesmo período, o IDHM Longevidade do país acumulou alta de 23,2%. Neste item, os cinco municípios do topo da lista são de Santa Catarina. Já entre os que os ocupam as últimas posições, cinco estão em estados do Nordeste. A escolaridade é outro critério que compõe o IDHM. O acesso à educação é medido pela média de anos de educação de adultos e pela expectativa de anos de escolaridade para crianças. O IDHM Escolaridade tem a maior distorção entre os municípios. Melgaço (PA) tem índice quatro vezes pior que Águas de São Pedro (SP), que apresenta o melhor resultado. A cidade paraense está no fi nal da lista com outros quatro municípios do Norte.
No IDHM Renda, o crescimento no período de 1991 a 2010 foi de 14,2%, o equivalente a cerca de R$ 346 de aumento na renda per capta mensal, com números ajustados para valores de agosto de 2010. Apesar do avanço, apenas 11,1% dos municípios avaliados possuem um IDHM Renda superior ao IDHM Renda do Brasil. O critério usado para calcular a renda média de cada pessoa é a renda municipal per capita, ou seja, a renda média de cada residente no município. Para se chegar a esse valor soma-se a renda de todos os residentes e divide-se pelo número de pessoas que moram no município (inclusive crianças ou pessoas com renda igual a zero). Quatro cidades com o IDHM Renda mais baixos do País são do estado do Maranhão. Já o mais alto do País é da cidade com o maior IDHM geral: São Caetano do Sul, SP, seguida de Niterói no Rio de Janeiro e Vitória, no Espírito Santo.
O IDHM Educação (0,637) é o que tem a menor contribuição em termos absolutos para o valor atual do IDHM do Brasil e também o que possui o maior hiato (0,363). Mas de 1991 a 2010, o indicador foi o que registrou o maior crescimento absoluto (0,358) e a maior elevação em termos relativos (129%) entre as três dimensões do índice. Saiu de 0,278 em 1991, para 0,637 em 2010, um movimento puxado, principalmente, pelo aumento de 156% no fluxo escolar da população jovem (ou 2,5 vezes) no período. Na mesma comparação, a escolaridade da população adulta, outro subíndice do IDHM Educação, ficou quase duas vezes maior na comparação com 1991 (alta de 82,4%).
Comparação com o Atlas 2003
São Caetano do Sul eÁguas de São Pedro (SP) continuam sendo as duas cidades com maior IDH, em relação ao Atlas de 2003 (feito com base no Censo de 2000). Entre as 10 cidades com os melhores índices, entraram em 2013 as capitais Vitória (ES) e Brasília (DF) e ficaram de fora na edição deste ano, Porto Alegre (RS) e Fernando de Noronha (Distrito de PE).
No ranking das 20 cidades com melhor IDH, o estado de SP foi quem melhorou: tinha cinco cidades no Atlas 2003 e agora, em 2013, tem onze. Já o Rio Grande do Sul foi quem mais "perdeu" cidades da lista: tinha cinco cidades e agora não tem nenhuma.
Já entre as cidades com o IDHM mais baixo, o Pará, que em 2003 não tinha nenhuma cidade entre as 20 da lista, em 2013, possui seis municípios com os índices mais baixos. E o Maranhão, que em 2003 tinha oito municípios nesta lista, agora, em 2013, possui apenas duas cidades.
O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013 é uma parceria entre o Instituto de Economia Aplicada (Ipea), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e a Fundação João Pinheiro (FJP).
Fontes:
Fwd: EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL SEGUNDO A ONU
Municípios brasileiros avançam em saúde, educação e renda
29/07/2013 16:00 - Portal Brasil
País teve aumento de 47,8% no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) entre 1991 e 2010 graças a melhora acentuada em longevidade, educação e renda
Lista de cidades brasileiras com melhor e pior qualidade de vida no País é divulgada
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou nesta segunda-feira (29) os dados do Atlas Brasil 2013, que apresenta o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de 5.565 municípios. O Brasil registrou um salto de 47,8% no IDHM do país entre 1991 e 2010, um avanço consistente puxado pela melhora acentuada dos municípios menos desenvolvidos nas três dimensões acompanhadas pelo índice: longevidade, educação e renda.
O Atlas é elaborado a cada dez anos com os dados do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A edição de 2013 avalia e categoriza os dados atualizados do Censo de 2010 para construir o indicador.
O índice considera que apenas o crescimento econômico não é suficiente para medir o desenvolvimento de uma cidade: o IDHM é constituído da avaliação de critérios relacionados à saúde, educação e renda. Em termos numéricos o índice é calculado de zero a um - zero significa nenhum desenvolvimento humano, e 1, desenvolvimento humano total. Quanto mais próximo de 1, mais desenvolvido é o município.
O trabalho permite, além do IDHM, a consulta a mais 180 indicadores socioeconômicos, como o acesso a serviços básicos e situação de vulnerabilidade das famílias. A consulta é feita por meio de uma plataforma online, que disponibiliza dados por município com tabelas, gráficos e mapas.
Desigualdades entre cidades e regiões
Os indicadores de 2013 reafirmam as desigualdades entre as cidades brasileiras. O IDHM do município com melhor resultado, São Caetano do Sul (SP), é quase o dobro de Melgaço (PA), considerado o pior. O estudo também aponta as desigualdades entre as regiões. Os vinte municípios com pior IDHM estão nas regiões Norte e Nordeste. Já na lista dos vinte melhores, além da capital Brasília, todos os outros são municípios do Sul e Sudeste. Destes cinco são capitais: Florianópolis, Vitória, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte.
O IDHM do Brasil saltou de 0,493 (Muito Baixo Desenvolvimento Humano) para 0,727 (Alto Desenvolvimento Humano). O IDHM Longevidade (0,816) é o que mais contribui em termos absolutos para o nível atual do IDHM do Brasil. Esta evolução da dimensão Longevidade reflete o aumento de 9,2 anos (ou 14,2%) na expectativa de vida ao nascer entre 1991 e 2010. Neste mesmo período, o IDHM Longevidade do país acumulou alta de 23,2%. Neste item, os cinco municípios do topo da lista são de Santa Catarina. Já entre os que os ocupam as últimas posições, cinco estão em estados do Nordeste. A escolaridade é outro critério que compõe o IDHM. O acesso à educação é medido pela média de anos de educação de adultos e pela expectativa de anos de escolaridade para crianças. O IDHM Escolaridade tem a maior distorção entre os municípios. Melgaço (PA) tem índice quatro vezes pior que Águas de São Pedro (SP), que apresenta o melhor resultado. A cidade paraense está no final da lista com outros quatro municípios do Norte.
No IDHM Renda, o crescimento no período de 1991 a 2010 foi de 14,2%, o equivalente a cerca de R$ 346 de aumento na renda per capta mensal, com números ajustados para valores de agosto de 2010. Apesar do avanço, apenas 11,1% dos municípios avaliados possuem um IDHM Renda superior ao IDHM Renda do Brasil. O critério usado para calcular a renda média de cada pessoa é a renda municipal per capita, ou seja, a renda média de cada residente no município. Para se chegar a esse valor soma-se a renda de todos os residentes e divide-se pelo número de pessoas que moram no município (inclusive crianças ou pessoas com renda igual a zero). Quatro cidades com o IDHM Renda mais baixos do País são do estado do Maranhão. Já o mais alto do País é da cidade com o maior IDHM geral: São Caetano do Sul, SP, seguida de Niterói no Rio de Janeiro e Vitória, no Espírito Santo.
O IDHM Educação (0,637) é o que tem a menor contribuição em termos absolutos para o valor atual do IDHM do Brasil e também o que possui o maior hiato (0,363). Mas de 1991 a 2010, o indicador foi o que registrou o maior crescimento absoluto (0,358) e a maior elevação em termos relativos (129%) entre as três dimensões do índice. Saiu de 0,278 em 1991, para 0,637 em 2010, um movimento puxado, principalmente, pelo aumento de 156% no fluxo escolar da população jovem (ou 2,5 vezes) no período. Na mesma comparação, a escolaridade da população adulta, outro subíndice do IDHM Educação, ficou quase duas vezes maior na comparação com 1991 (alta de 82,4%).
Comparação com o Atlas 2003
São Caetano do Sul eÁguas de São Pedro (SP) continuam sendo as duas cidades com maior IDH, em relação ao Atlas de 2003 (feito com base no Censo de 2000). Entre as 10 cidades com os melhores índices, entraram em 2013 as capitais Vitória (ES) e Brasília (DF) e ficaram de fora na edição deste ano, Porto Alegre (RS) e Fernando de Noronha (Distrito de PE).
No ranking das 20 cidades com melhor IDH, o estado de SP foi quem melhorou: tinha cinco cidades no Atlas 2003 e agora, em 2013, tem onze. Já o Rio Grande do Sul foi quem mais "perdeu" cidades da lista: tinha cinco cidades e agora não tem nenhuma.
Já entre as cidades com o IDHM mais baixo, o Pará, que em 2003 não tinha nenhuma cidade entre as 20 da lista, em 2013, possui seis municípios com os índices mais baixos. E o Maranhão, que em 2003 tinha oito municípios nesta lista, agora, em 2013, possui apenas duas cidades.
O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013 é uma parceria entre o Instituto de Economia Aplicada (Ipea), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e a Fundação João Pinheiro (FJP).
Fontes:
De: pricardocam < pricardocam@bol.com.br >
Para: pricardocam.concursos@blogger.com < pricardocam.concursos@blogger.com >
Assunto: EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL SEGUNDO A ONU
Enviada: 30/07/2013 20:55
EDUCAÇÃO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Educação derruba desempenho de pior cidade gaúcha no IDH
Prefeito Claudio Lesnik aponta questão cultural pela evasão escolar em Dom Feliciano
| Cidade gaúcha com o pior desempenho no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Dom Feliciano enfrenta um problema cultural, acredita o prefeito Claudio Lesnik (PSDB), que governa a cidade desde janeiro. Na avaliação, o município da região Centro-Sul do Estado, manteve bons números referentes à longevidade (0.818) e renda per capita (0.633), mas o baixo nível da educação (0.390) influenciou o resultado final, colocando a cidade em 4467º lugar no ranking nacional, com IDHM de 0.587. O IDHM do Rio Grande do Sul ficou em 0,746. No País, o índice é de 0,727. |
segunda-feira, 29 de julho de 2013
EMPRESA GAÚCHA DE RODOVIAS - CONCURSO
Inscrições para concurso da EGR vão até 8 de agosto
Seleção abre 27 vagas, além de cadastro reserva
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Seguem abertas até o dia 8 de agosto as inscrições para o
concurso público da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). As inscrições devem ser
realizadas somente através do site da Fundação para o Desenvolvimento de Recursos
Humanos, que é coordenadora do certame.
A seleção abre 27 vagas, além de cadastro reserva, para os municípios de Porto Alegre, Coxilha, Campo Bom, Santo Antônio da Patrulha, Viamão, Flores da Cunha, Encantado, Boa Vista do Sul, Cruzeiro do Sul, Três Coroas, Gramado, Venâncio Aires, Candelária, São Francisco de Paula e Portão. Os salários vão de R$ 1.696,23 a R$ 5.127,15. As taxas de inscrição são de R$ 137,19, para as vagas de nível superior, e de R$ 60,17 para as de nível médio/técnico. Dez por cento das vagas são destinadas às pessoas com deficiência e 16% para candidatos negros e pardos. Confira as vagas - Analista Administrativo: Administrador (01 vaga + cadastro reserva) - Analista Administrativo: Advogado (02 + CR) - Analista Administrativo: Analista de Sistema (01 + CR) - Analista Administrativo: Contador (02 + CR) - Analista Administrativo: Jornalista (01 + CR) - Analista em Gerenciamento Rodoviário: Arquiteto Urbanista (01 + CR) - Analista em Gerenciamento Rodoviário: Engenheiro Civil (02 + CR) - Analista em Gerenciamento Rodoviário: Engenheiro Civil Rodoviário (02+ CR) - Agente Técnico Administrativo: Técnico Secretariado (01+ CR) - Agente Técnico Administrativo: Técnico em Segurança do Trabalho (01+ CR) - Agente Técnico Administrativo: Técnico Eletrotécnico (03 + CR p/ Porto Alegre; Portão; Coxilha; Campo Bom; Santo Antônio da Patrulha; Viamão; São Francisco de Paula; Flores da Cunha; Encantado; Boa Vista do Sul; Cruzeiro do Sul; Três Coroas; Gramado; Venâncio Aires e Candelária) - Assistente Administrativo (10 + CR p/ Porto Alegre; Portão; Coxilha; Campo Bom; Santo Antônio da Patrulha; Viamão; Flores da Cunha; Encantado; Boa Vista do Sul; Cruzeiro do Sul; Três Coroas; Gramado; Venâncio Aires; São Francisco de Paula e Candelária). |