terça-feira, 15 de maio de 2012
POLÍTICA - RS
Tarso Genro escolhe Poli de Figueiredo como conselheiro do TCE
Nome de lista triplice da corte precisa ser sabatinado na Assembleia Legislativa
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O governador Tarso Genro indicou o auditor substituto de
conselheiro Pedro Henrique Poli de Figueiredo à vaga no Tribunal de Contas do
Estado (TCE). O cargo foi aberto com a aposentadoria do conselheiro Hélio
Mileski. O Diário Oficial do Estado já publicou a decisão.
Figueiredo integrou a lista tríplice definida pelos próprios conselheiros da Corte, em 25 de abril, para preencher a vaga destinada à Auditoria. O processo ainda mobilizou os auditores externos, que apesar de terem indicado 15 nomes, não conseguiram emplacar nenhum na lista tríplice, que se restringiu a auditores substitutos de conselheiro. A relação era composta, ainda, por Alexandre Mariotti e César Santolim. Figueiredo precisa ser sabatinado na Assembleia Legislativa, a quem compete aprovar os nomes indicados pelo governador, segundo a Constituição Estadual. Natural de Porto Alegre, Pedro Poli de Figueiredo exerce a atividade de auditor substituto desde outubro de 2002. Foi procurador do Estado de março de 1991 a outubro de 2002. Entre 1996 e 1998, exerceu o cargo de subchefe da Casa Civil para Assuntos Administrativos no governo Antonio Britto. CPC |
segunda-feira, 14 de maio de 2012
ECONOMIA
Dólar alto beneficia economia nacional
Ministro afirmou que alta da moeda americana dá mais competitividade para os produtos brasileiros
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reiterou na
segunda-feira que a alta do dólar frente ao real beneficia a economia do Brasil
e, por isso, não preocupa o governo federal. Ele já havia destacado a
importância da valorização da moeda norte-americana para a indústria nacional no
final da semana passada. "O dólar alto beneficia a economia brasileira, porque
dá mais competitividade para os produtos brasileiros. Significa que a indústria
nacional pode competir melhor com os importados, que ficam mais caros, e pode
exportar mais barato. Portanto, não preocupa", disse Mantega a jornalistas, ao
chegar à sede do ministério, em Brasília.
Ao ser perguntado sobre o fato de o dólar estar acima de R$ 1,80, patamar que já foi considerado bom pelo governo, o ministro afirmou que o Brasil nunca estabeleceu qualquer parâmetro para o dólar e nem vai estabelecer. "O dólar é flutuante, portanto, vai flutuar de acordo com o mercado”, finalizou o ministro. Na manhã desta segunda-feira, na cotação máxima do mercado à vista, o dólar chegou a subir 1,79% em relação à sexta-feira, para R$ 1,987. Fonte: CPC |
EDUCAÇÃO
Justiça garante pagamento previsto em acordo do piso
Juiz manteve os vencimentos apesar de anular acerto entre MP e governo do Estado
Após anunciar a decisão de acolher o pedido do
Cpers/Sindicato que pedia a homologação do acordo firmado entre o Ministério
Público (MP) e o governo do Rio Grande do Sul para o pagamento do piso do
Magistério, o Tribunal de Justiça reforçou que, apesar da anulação do acordo, mantém o pagamento
parcial do piso da categoria, previsto para ocorrer nesta terça-feira. A decisão
é da 2ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, através do juiz José Antônio
Coitinho.
Para o magistrado, permitir que o Estado pague o que prometeu no acordo não gera dano. “Não há prejuízo nenhum no pagamento de R$ 1.451 acordado entre o Ministério Público e o Estado, para todos os professores gaúchos que ganham menos do que este valor. Este pagamento não importa em dano irreparável aos professores, nem tampouco em homologação de acordo de vontades”, afirmou o juiz na decisão. Ainda conforme o texto, Coitinho também explica que o pagamento não vai modificar o que já foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “Este parece ser o temor dos professores: que o cumprimento do que foi prometido no acordo gere sua homologação ou que modifique as decisões judiciais já lançadas”. A proposta acordada pelo Executivo gaúcho e Ministério Público indicava que nenhum professor que trabalhe 40 horas semanais poderia ganhar menos que R$ 1.451. O acordo foi estabelecido no final do mês de abril. Dois recursos haviam sido protocolados na Justiça pelo Cpers. Um deles solicitava o direito de o Sindicato ser parte do processo, e o outro pedia a anulação do acordo entre o Ministério Público e o governo estadual. Ainda cabe recurso à decisão. Governo Tarso completa 500 dias e é alvo de manifestações Nesta segunda-feira, data em que Tarso Genro completa 500 dias no Palácio Piratini, professores liderados pelo Cpers/Sindicato realizaram um ato em frente à sede do governo gaúcho. Com cartazes e faixas, os manifestantes ocuparam o trecho da avenida Duque de Caxias, impedindo o acesso de funcionários pela entrada principal. Nas principais escolas estaduais de Porto Alegre, alguns professores optaram por redução no período de aula e outros mantiveram as atividades. Fonte: cpc |
POLÍTICA
Liminar do STF suspende depoimento de Carlos Cachoeira na CPMI
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello aceitou nesta segunda-feira (14) liminar para suspender o depoimento do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura as suas relações com agentes públicos e privados. O depoimento de Cachoeira estava previsto para a tarde desta terça-feira (15).
A liminar vale até o julgamento do habeas corpus impetrado pelo advogado de Cachoeira, o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, para ter acesso ao conteúdo dos inquéritos da Polícia Federal nas operações Vegas e Monte Carlo, que estão em poder da CPMI.
Márcia Kalume/Agência Senado
Vital do Rêgo: adiamento do depoimento não traz prejuízo aos trabalhos da comissão.
Em entrevista à imprensa antes da decisão liminar do STF, o presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), disse que não haveria prejuízo aos trabalhos da comissão caso Cachoeira conseguisse adiar o depoimento. Como “plano B”, ele informou que a CPMI realizará reunião administrativa para votar requerimentos.
Direito de defesa
Segundo o ministro Celso de Mello, Cachoeira é figura central no inquérito parlamentar, e a recusa de acesso aos elementos já produzidos pelas operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal, e já formalmente incorporados ao acervo de provas em poder da CPMI, tem um caráter potencialmente lesivo a Cachoeira, “cujo direito de defesa restará alegadamente comprometido, com sérias implicações no plano processual penal”.
Segundo o ministro Celso de Mello, Cachoeira é figura central no inquérito parlamentar, e a recusa de acesso aos elementos já produzidos pelas operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal, e já formalmente incorporados ao acervo de provas em poder da CPMI, tem um caráter potencialmente lesivo a Cachoeira, “cujo direito de defesa restará alegadamente comprometido, com sérias implicações no plano processual penal”.
Celso de Mello ressaltou que os advogados de Cachoeira pretendem, com o habeas corpus, tornar efetivo o amparo ao direito de defesa e à prerrogativa contra a autoincriminação. Segundo o ministro, a jurisprudência constitucional do Supremo, hoje consolidada pela Súmula Vinculante 14, tem garantido a qualquer pessoa sob investigação do Estado, e também ao seu advogado, o direito de conhecer as informações já formalmente produzidas nos autos.
Acesso negado
Antes de protocolar o pedido de habeas corpus no STF, a defesa de Cachoeira tinha solicitado ao presidente da CPMI que fornecesse as informações. No entanto, o requerimento foi negado.
Antes de protocolar o pedido de habeas corpus no STF, a defesa de Cachoeira tinha solicitado ao presidente da CPMI que fornecesse as informações. No entanto, o requerimento foi negado.
A defesa sustenta que, para decidir se vai falar ou se vai silenciar na CPMI, o contraventor precisa conhecer o material. "Para decidir se fala ou se cala, ele precisa antes saber o que há a seu respeito", afirma a defesa. Com a decisão do ministro Celso de Mello, Cachoeira só poderá depor depois do julgamento do mérito do pedido pelo STF, ainda sem data marcada.
Cachoeira seria o terceiro a prestar depoimento na comissão. Até agora, foram ouvidos os delegados federais Matheus Mella Rodrigues, responsável pela operação Monte Carlo; e Raul Alexandre Marques, que comandou a operação Vegas. Para quinta-feira (17), está agendado o depoimento dos procuradores da República Daniel de Resende Salgado e Léa Batista de Oliveira, que participaram da operação Monte Carlo ao lado de Mella Rodrigues.
Fonte: agencia câmara
quinta-feira, 10 de maio de 2012
INTERNACIONAL
Atentados na Síria já deixam 55 mortos e 372 feridos
Explosões foram as mais violentas ocorridas na cidade desde o início do levante popular contra o regime
Ninguém assumiu a autoria do atentado, mas um grupo inspirado pela Al-Qaeda é apontado como responsável por vários atentados que tiveram instalações de segurança como alvo desde dezembro, gerando temores de que grupos extremistas estão se aproveitando do conflito na Síria para agir. O regime sírio alega que a série de ataques é prova de que terroristas, e não simples dissidentes, estão por trás da onda de violência no país. O major-general norueguês Robert Mood, líder da equipe de observadores da ONU que está na Síria para verificar o cumprimento de um acordo de cessar-fogo em vigor desde 12 de abril, foi ao local dos ataques e afirmou que o povo sírio não merece essa "terrível violência". As explosões deixaram duas crateras na entrada do complexo militar onde fica o edifício, uma dos quais com três metros de profundidade e seis metros de diâmetro. As informações são da Associated Press e Dow Jones. |
POLÍTICA
Pela primeira vez Brasil emerge como potência internacional, diz Patriota
Ministro afirmou que inclusão do país entre os grandes foi possível devido ao avanço econômico
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Pela primeira vez na história, o Brasil emerge como
potência internacional, disse nesta quinta-feira o ministro das Relações
Exteriores, Antonio Patriota, durante audiência púbica no Senado. Para ele, o
avanço econômico obtido pelo Brasil, associado às conquistas sociais e
políticas, colocam o país em destaque no cenário mundial ao lado de nações
consolidadas, como os Estados Unidos, o Reino Unido e a China. “O Brasil emerge
pela primeira vez como potência internacional em meio a potências já
estabelecidas”, disse Patriota, no início da audiência pública na Comissão de
Relações Exteriores do Senado. “(Isso) merece ser sublinhado.”
FONTE: CPCSegundo o ministro, a inclusão do Brasil entre as grandes potências foi possível devido ao avanço econômico, uma vez que o país ocupa o sexto lugar entre as grandes economias, assim como à redução da pobreza, à autossuficiência energética e aos esforços em busca de maior inserção mundial. O chanceler lembrou que a política externa brasileira é “caracterizada por estabelecer relações de paz com todos os seus vizinhos”. “Não só no plano regional, como mundial. É um país sem inimigos, livre de armas de destruição e que combate a discriminação racial”, disse Patriota, que antes de se reunir com os senadores tomou café da manhã com os integrantes da Comissão de Relações Exteriores da Câmara. |
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