terça-feira, 6 de agosto de 2013

CONCURSO PARA PROFESSOR UNIPAMPA - 2013

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA - UNIPAMPA

EDITAL Nº 122/2013

CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTE

 

A REITORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, considerando o Decreto nº 7.485, de 18 de maio de 2011, a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, a Lei nº 12.772, de 12 de dezembro de 2012, o Decreto nº 6.944, de 21 de agosto de 2009, e a Resolução nº 55/2013 - Conselho Universitário (CONSUNI) divulga a abertura de novo concurso, destinado a selecionar candidatos para os cargos de Professor da Carreira do Magistério Superior da Fundação Universidade Federal do Pampa, em conformidade com as disposições contidas neste edital.
1. DO QUADRO DE VAGAS
1.1. As informações referentes às vagas estão detalhadas a seguir:
CampusÁreaRequisitosVagasCargo-Classe/ Regime de TrabalhoProcesso Nº
BagéEducação Musical: Regência CoralBacharelado em Música, com Mestrado ou Doutorado em Educação Musical01Professor do Magistério Superior/ Classe A/ 40h DE23100. 001342/ 2013-47
BagéEngenharia QuímicaGraduação em Engenharia Química e Doutorado em Engenharia01Professor Adjunto-A / 40h DE23100. 001329/ 2013-98
BagéEnsino de QuímicaMestrado ou Doutorado em Química ou Educação ou Ensino de Química ou Ensino de Ciências ou Educação Científica e Tecnológica01Professor do Magistério Superior/ Classe A/ 40h DE23100. 001343/ 2013-91
JaguarãoAdministraçãoBacharelado em Administração com Mestrado em áreas afins01Professor Assistente- A / 40h DE23100. 000276/ 2013-98
JaguarãoEducação InfantilGraduação em Pedagogia com Mestrado e Doutorado em Educação.01Professor Adjunto-A / 40h DE23100. 000362/ 2013-09
JaguarãoEducaçãoGraduação em Pedagogia e Doutorado em Educação.01Professor Adjunto-A / 40h DE23100. 001299 /2013-10
JaguarãoEnsino de Matemática e Ensino de CiênciasLicenciatura em Pedagogia e Doutorado em Educação01Professor Adjunto-A / 40h DE23100. 001365/ 2013-51
JaguarãoLinguagem e AlfabetizaçãoGraduação em Pedagogia e Doutorado em Educação.01Professor Adjunto-A / 40h DE23100. 001301/ 2013-51
JaguarãoProdução CulturalBacharelado em Produção Cultural e Mestrado em áreas afins.01Professor Assistente- A / 40h DE23100. 000698/2 013-63
JaguarãoTurismo e HospitalidadeBacharelado em Turismo ou Curso Superior Tecnológico em Gestão de Turismo; e Mestrado em áreas afins.01Professor Assistente- A / 40h DE23100. 000014/ 2013-23
Santana do LivramentoAdministração PúblicaGraduação em Administração; e Mestrado ou Doutorado na área de Ciências Sociais Aplicadas.01Professor do Magistério Superior/ Classe A/ 40h DE23100. 000001/ 2013-54
Santana do LivramentoEconomia InternacionalMestrado ou Doutorado em qualquer área01Professor do Magistério Superior/ Classe A/ 40h DE23100. 001296/ 2013-86
Santana do LivramentoMatemática e Estatística Aplicadas à EconomiaMestrado ou Doutorado em qualquer área.01Professor do Magistério Superior/ Classe A/ 40h DE23100. 001293/ 2013-42
Santana do LivramentoTeoria EconômicaMestrado ou Doutorado. A graduação ou o mestrado ou o doutorado deve ser em Economia.01Professor do Magistério Superior/ Classe A/ 40h DE23100. 001292/ 2013-06
2. DA JORNADA DE TRABALHO
2.1. O professor submetido ao regime de dedicação exclusiva (DE) fica obrigado a prestar 40 horas semanais de trabalho, em dois turnos diários completos, e estará impedido de exercer outra atividade remunerada pública ou privada, com as exceções previstas na Lei 12.772/12.
2.2. A jornada de trabalho poderá ser distribuída no período diurno e noturno, conforme a necessidade da Fundação Universidade Federal do Pampa.
3. DA REMUNERAÇÃO E DAS ATRIBUIÇÕES DOS DOCENTES
3.1. Remuneração inicial e suas parcelas:
ClasseDenominação do cargoTitulação comprovadaVencimento BásicoRetribuição por TitulaçãoTotal
AProfessor Assistente-AMestradoR$ 3.594,57R$ 1.871,98R$ 5.466,55
Professor Adjunto-ADoutoradoR$ 3.594,57R$ 4.455,20R$ 8.049,77
*O servidor ainda dispõe de um auxílio-alimentação no valor de R$ 373,00.
3.1.1. Para as áreas cujo cargo está denominado como Professor do Magistério Superior/Classe A, o enquadramento nas denominações do cargo e o valor da retribuição por titulação (RT) serão aferidos no momento da posse no cargo, conforme titulação comprovada pelo candidato.
3.1.2. Em caso de alteração na legislação, as remunerações iniciais descritas no subitem 3.1 poderão sofrer modificações.
3.2. São consideradas atribuições próprias do pessoal docente do ensino superior:
a) as pertinentes à pesquisa, ensino e extensão que, indissociáveis, visem à aprendizagem, à produção do conhecimento, à ampliação e transmissão do saber e da cultura; e
b) as inerentes ao exercício de direção, assessoramento, chefiam, coordenação e assistência na própria instituição, além de outras previstas na legislação vigente e determinadas pela administração superior.
4. DA INSCRIÇÃO
4.1. O período de inscrições será de 15/07 a 12/08/2013.
4.1.1. O valor da taxa de inscrição é de R$ 100,00.
4.2. O candidato deverá se inscrever através do endereço eletrônico www.unipampa.edu.br/portal/concursos mediante preenchimento de formulário específico.
4.3. O candidato que necessitar de atendimento especial para a realização das provas, deverá informar no momento da inscrição e enviar, até o dia 12/08/2013, a especificação do atendimento que necessita e atestado médico que o justifique, para o e-mail concursosdocentes@unipampa.edu.br.
4.4. Demais disposições a respeito das inscrições encontram-se no título III da Resolução CONSUNI nº 55, de 25/04/2013.
4.5. DA SOLICITAÇÃO DE ISENÇÃO DA TAXA DE INSCRIÇÃO.
4.5.1. Os candidatos que pretendem solicitar isenção da taxa de inscrição deverão fazê-lo até o dia 31/07/2013.
4.5.2. Terá direito à isenção, segundo Decreto nº 6.593, de 02/10/2008, publicado no DOU de 03/10/2008, o candidato que:
a) estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal - CadÚnico, de que trata o Decreto nº 6.135, de 26/06/2007; e
b) for membro de família de baixa renda de que trata o Decreto nº 6.135, de 26/06/2007.
4.5.3. A isenção deverá ser solicitada mediante requerimento, disponível no endereço www.unipampa.edu.br/portal/concursos, a ser enviado pelo candidato à Divisão de Concursos, pelo correio eletrônico concursosdocentes@unipampa.edu.br, contendo:
a) indicação do Número de Identificação Social - NIS, atribuído pelo CadÚnico; e
b) declaração de que atende à condição estabelecida na alínea b do subitem 4.4.2.
4.5.4. A UNIPAMPA consultará o órgão gestor do CadÚnico para verificar a veracidade das informações prestadas pelo candidato, a declaração falsa sujeitará o candidato às sanções previstas em lei, aplicando-se, ainda, o disposto no parágrafo único do art. 10 do Decreto nº 83.936, de 06/09/1979.
4.5.5. O resultado da solicitação será divulgado no dia 07/08/2013, no endereço eletrônico www.unipampa.edu.br/portal/concursos, bem como em quadro de avisos dos campi da UNIPAMPA.
4.5.6. O candidato que não tiver seu pedido de isenção deferido deverá imprimir o boleto até 12/08/2013 e efetuar o pagamento da taxa de inscrição até o dia seguinte, caso contrário, estará automaticamente excluído do concurso público.
5. DA RESERVA DE VAGAS AOS CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA
5.1. De acordo com o inciso VIII, do Art. 37, da Constituição Federal, com o parágrafo 2º do Art. 5º da Lei nº 8.112/90 e com o Decreto nº 3.298/99, fica assegurada a reserva de vagas aos candidatos com deficiência em 5% (cinco por cento) do número total de vagas oferecidas neste Edital, elevando-se, quando resultar em número fracionado, até o primeiro número inteiro subsequente, totalizando 1 (uma) vaga neste concurso.
5.2. O candidato que desejar concorrer à vaga reservada para pessoas com deficiência deverá indicar a situação de deficiência no Requerimento de Inscrição. Sendo aprovado no concurso, conforme previsto no Art. 21 da Resolução CONSUNI nº 55, de 25/04/2013, o candidato será convocado por Edital para submeter-se à Perícia Médica, que terá decisão final sobre a qualificação do mesmo, como deficiente ou não, e sobre o grau de deficiência, com a finalidade de verificar se a deficiência da qual é portador é compatível com as atribuições do cargo pelo qual optou.
5.3. Os candidatos aprovados, convocados para Perícia Médica na forma do subitem anterior, deverão comparecer à mesma munidos de documento de identificação e laudo médico atestando a espécie e o grau ou nível de deficiência, com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doenças (CID), bem como a provável causa da deficiência.
5.4. Os candidatos que se declararem deficientes e convocados para comparecerem à Perícia Médica e não o fizerem, perderão o direito às vagas reservadas aos candidatos em tais condições.
5.5. O candidato habilitado, cuja deficiência seja declarada pela Perícia Médica como incompatível com o exercício do cargo, será automaticamente excluído do certame.
5.6. O candidato habilitado, cuja deficiência não for comprovada pela Perícia Médica, concorrerá somente pela classificação geral.
5.7. As pessoas com deficiência participarão das provas do concurso em igualdade de condições com os demais candidatos.
5.8. Na classificação final, os candidatos que concorreram às vagas reservadas aos candidatos com deficiência, se habilitados no concurso e tiverem a deficiência reconhecida pela Perícia Médica, poderão figurar na lista específica dos candidatos com deficiência e na lista geral dos aprovados, observado o quantitativo máximo de candidatos a classificar, constante do artigo 16 e anexo II do Decreto nº 6.944/09.
5.9. O preenchimento da vaga destinada a candidato com deficiência será feito pela ordem decrescente da nota obtida, ficando esclarecido que, no caso de o primeiro colocado nessa condição de candidato com deficiência (referente à vaga disponível, conforme subitem 5.1) concorrer com candidato não portador de deficiência, em determinada localidade, a vaga será destinada ao candidato declarado com deficiência, ainda que a sua nota seja menor do que a daquele.
5.10. Consideram-se candidatos com deficiência as pessoas que se enquadrarem nas categorias discriminadas no Art. 4º do Decreto 3.298/99.
5.11. As vagas reservadas para candidatos com deficiência, se não providas por falta de candidatos, por reprovação ou por julgamento da Perícia Médica, serão preenchidas pelos demais candidatos, observada a ordem de classificação.
5.12. Após a investidura do candidato, a deficiência indicada para concorrer a este concurso não poderá ser arguida para justificar a concessão de aposentadoria.
5.13. O candidato portador de deficiência poderá solicitar atendimento especial para a realização conforme subitem 4.3 deste Edital.
6. DA HOMOLOGAÇÃO DA INSCRIÇÃO
6.1. A relação dos candidatos que tiverem sua inscrição homologada será publicada em www.unipampa.edu.br/portal/concursos, bem como em quadro de avisos dos campi da UNIPAMPA, na data provável de 23/08/2013.
6.2. Os candidatos cujas inscrições foram homologadas deverão acompanhar pelo endereço eletrônico www.unipampa.edu.br/portal/concursos, a comunicação das datas, horários e local de realização do concurso.
6.3. Demais disposições a respeito da homologação da inscrição encontram-se no título IV da Resolução CONSUNI nº 55, de 25/04/2013.
7. DA DATA PROVÁVEL DE REALIZAÇÃO DO CONCURSO
7.1. O período provável de realização do concurso será de 09/09 a 27/09/2013.
8. DA CONSTITUIÇÃO DA COMISSÃO EXAMINADORA
8.1. A constituição da Comissão Examinadora ocorrerá de acordo com o estipulado no título VIII da Resolução CONSUNI nº 55, de 25/04/2013.
9. DA ABERTURA DO CONCURSO
9.1. A Abertura do Concurso ocorrerá de acordo com o estipulado no título V da Resolução CONSUNI nº 55, de 25/04/2013.
10. DAS PROVAS
10.1. Disposições Gerais:
10.1.1. As provas Escrita, Didática, de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica e de Títulos ocorrerão de acordo com o estipulado no título VI na Resolução CONSUNI nº 55, de 25/04/2013, disponível no endereço eletrônico www.unipampa.edu.br/portal/concursos.
10.1.2. A prova didática, para todas as áreas, consistirá apenas de Aula Expositiva, nos termos do Art. 14 da Resolução CONSUNI nº 55, de 25/04/2013.
10.1.3. O programa do concurso, apresentando os conteúdos objeto de avaliação e a bibliografia para a Prova Escrita e a Prova Didática, encontram-se no endereço eletrônico www.unipampa.edu.br/portal/concursos.
10.1.4. O candidato não poderá alegar desconhecimento acerca da data, local e horário de realização do concurso, como justificativa de sua ausência.
11. DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
11.1. Os critérios de avaliação e seus respectivos pesos na nota final da prova escrita, da prova didática e da prova de defesa de memorial de trajetória acadêmica constam na tabela abaixo:
Área: Educação Musical: Regência Coral - Campus Bagé
Prova Escrita
CritérioPeso
Emprego de conceitos3
Utilização de técnicas e suas interrelações.3
Capacidade de expressão em linguagem acadêmica de acordo com a área de conhecimento do Concurso4
Prova Didática
CritérioPeso
Planejamento de uma aula2
Domínio do tema sorteado4
Capacidade de comunicação2
Postura pedagógica2
Prova de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica
CritérioPeso
Pertinência das atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas pelo candidato para a área de conhecimento do Concurso e para o Projeto Institucional da UNIPAMPA6
Capacidade de reflexão do candidato sobre a própria trajetória de formação, assim como a factibilidade de sua proposta4
Área: Engenharia Química - Campus Bagé
Prova Escrita
CritérioPeso
Emprego de conceitos5
Utilização de técnicas e suas inter-relações.3
Capacidade de expressão em linguagem acadêmica de acordo com a área de conhecimento do Concurso2
Prova Didática
CritérioPeso
Planejamento de uma aula2
Domínio do tema sorteado3
Capacidade de comunicação3
Postura pedagógica2
Prova de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica
CritérioPeso
Pertinência das atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas pelo candidato para a área de conhecimento do Concurso e para o Projeto Institucional da UNIPAMPA6
Capacidade de reflexão do candidato sobre a própria trajetória de formação, assim como a factibilidade de sua proposta4
Área: Ensino de Química - Campus Bagé
Prova Escrita
CritérioPeso
Emprego de conceitos3
Utilização de técnicas e suas inter-relações.4
Capacidade de expressão em linguagem acadêmica de acordo com a área de conhecimento do Concurso3
Prova Didática
CritérioPeso
Planejamento de uma aula2
Domínio do tema sorteado3
Capacidade de comunicação3
Postura pedagógica2
Prova de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica
CritérioPeso
Pertinência das atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas pelo candidato para a área de conhecimento do Concurso e para o Projeto Institucional da UNIPAMPA6
Capacidade de reflexão do candidato sobre a própria trajetória de formação, assim como a factibilidade de sua proposta4
Área: Administração - Campus Jaguarão
Prova Escrita
CritérioPeso
Emprego de conceitos4
Utilização de técnicas e suas inter-relações.2
Capacidade de expressão em linguagem acadêmica de acordo com a área de conhecimento do Concurso4
Prova Didática
CritérioPeso
Planejamento de uma aula2
Domínio do tema sorteado3
Capacidade de comunicação2
Postura pedagógica3
Prova de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica
CritérioPeso
Pertinência das atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas pelo candidato para a área de conhecimento do Concurso e para o Projeto Institucional da UNIPAMPA6
Capacidade de reflexão do candidato sobre a própria trajetória de formação, assim como a factibilidade de sua proposta4
Área: Educação Infantil - Campus Jaguarão
Prova Escrita
CritérioPeso
Emprego de conceitos5
Utilização de técnicas e suas inter-relações.2
Capacidade de expressão em linguagem acadêmica de acordo com a área de conhecimento do Concurso3
Prova Didática
CritérioPeso
Planejamento de uma aula2
Domínio do tema sorteado4
Capacidade de comunicação3
Postura pedagógica1
Prova de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica
CritérioPeso
Pertinência das atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas pelo candidato para a área de conhecimento do Concurso e para o Projeto Institucional da UNIPAMPA5
Capacidade de reflexão do candidato sobre a própria trajetória de formação, assim como a factibilidade de sua proposta5
Área: Educação - Campus Jaguarão
Prova Escrita
CritérioPeso
Emprego de conceitos5
Utilização de técnicas e suas inter-relações.2
Capacidade de expressão em linguagem acadêmica de acordo com a área de conhecimento do Concurso3
Prova Didática
CritérioPeso
Planejamento de uma aula2
Domínio do tema sorteado4
Capacidade de comunicação3
Postura pedagógica1
Prova de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica
CritérioPeso
Pertinência das atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas pelo candidato para a área de conhecimento do Concurso e para o Projeto Institucional da UNIPAMPA5
Capacidade de reflexão do candidato sobre a própria trajetória de formação, assim como a factibilidade de sua proposta5
Área: Ensino de Matemática e Ensino de Ciências - Campus Jaguarão
Prova Escrita
CritérioPeso
Emprego de conceitos4
Utilização de técnicas e suas inter-relações.3
Capacidade de expressão em linguagem acadêmica de acordo com a área de conhecimento do Concurso3
Prova Didática
CritérioPeso
Planejamento de uma aula3
Domínio do tema sorteado3
Capacidade de comunicação2
Postura pedagógica2
Prova de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica
CritérioPeso
Pertinência das atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas pelo candidato para a área de conhecimento do Concurso e para o Projeto Institucional da UNIPAMPA6
Capacidade de reflexão do candidato sobre a própria trajetória de formação, assim como a factibilidade de sua proposta4
Área: Linguagem e Alfabetização - Campus Jaguarão
Prova Escrita
CritérioPeso
Emprego de conceitos4
Utilização de técnicas e suas inter-relações.3
Capacidade de expressão em linguagem acadêmica de acordo com a área de conhecimento do Concurso3
Prova Didática
CritérioPeso
Planejamento de uma aula3
Domínio do tema sorteado3
Capacidade de comunicação2
Postura pedagógica2
Prova de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica
CritérioPeso
Pertinência das atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas pelo candidato para a área de conhecimento do Concurso e para o Projeto Institucional da UNIPAMPA5
Capacidade de reflexão do candidato sobre a própria trajetória de formação, assim como a factibilidade de sua proposta5
Área: Produção Cultural - Campus Jaguarão
Prova Escrita
CritérioPeso
Emprego de conceitos4
Utilização de técnicas e suas inter-relações.2
Capacidade de expressão em linguagem acadêmica de acordo com a área de conhecimento do Concurso4
Prova Didática
CritérioPeso
Planejamento de uma aula2
Domínio do tema sorteado3
Capacidade de comunicação2
Postura pedagógica3
Prova de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica
CritérioPeso
Pertinência das atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas pelo candidato para a área de conhecimento do Concurso e para o Projeto Institucional da UNIPAMPA6
Capacidade de reflexão do candidato sobre a própria trajetória de formação, assim como a factibilidade de sua proposta4
Área: Turismo e Hospitalidade - Campus Jaguarão
Prova Escrita
CritérioPeso
Emprego de conceitos4
Utilização de técnicas e suas inter-relações.2
Capacidade de expressão em linguagem acadêmica de acordo com a área de conhecimento do Concurso4
Prova Didática
CritérioPeso
Planejamento de uma aula2
Domínio do tema sorteado3
Capacidade de comunicação3
Postura pedagógica2
Prova de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica
CritérioPeso
Pertinência das atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas pelo candidato para a área de conhecimento do Concurso e para o Projeto Institucional da UNIPAMPA6
Capacidade de reflexão do candidato sobre a própria trajetória de formação, assim como a factibilidade de sua proposta4
Área: Administração Pública - Campus Santana do Livramento
Prova Escrita
CritérioPeso
Emprego de conceitos4
Utilização de técnicas e suas inter-relações.3
Capacidade de expressão em linguagem acadêmica de acordo com a área de conhecimento do Concurso3
Prova Didática
CritérioPeso
Planejamento de uma aula2
Domínio do tema sorteado3
Capacidade de comunicação2
Postura pedagógica3
Prova de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica
CritérioPeso
Pertinência das atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas pelo candidato para a área de conhecimento do Concurso e para o Projeto Institucional da UNIPAMPA6
Capacidade de reflexão do candidato sobre a própria trajetória de formação, assim como a factibilidade de sua proposta4
Área: Economia Internacional - Campus Santana do Livramento
Prova Escrita
CritérioPeso
Emprego de conceitos4
Utilização de técnicas e suas inter-relações.4
Capacidade de expressão em linguagem acadêmica de acordo com a área de conhecimento do Concurso2
Prova Didática
CritérioPeso
Planejamento de uma aula2,5
Domínio do tema sorteado4
Capacidade de comunicação2,5
Postura pedagógica1
Prova de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica
CritérioPeso
Pertinência das atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas pelo candidato para a área de conhecimento do Concurso e para o Projeto Institucional da UNIPAMPA5
Capacidade de reflexão do candidato sobre a própria trajetória de formação, assim como a factibilidade de sua proposta5
Área: Matemática e Estatística Aplicadas à Economia - Campus Santana do Livramento
Prova Escrita
CritérioPeso
Emprego de conceitos4
Utilização de técnicas e suas inter-relações.4
Capacidade de expressão em linguagem acadêmica de acordo com a área de conhecimento do Concurso2
Prova Didática
CritérioPeso
Planejamento de uma aula2,5
Domínio do tema sorteado4
Capacidade de comunicação2,5
Postura pedagógica1
Prova de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica
CritérioPeso
Pertinência das atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas pelo candidato para a área de conhecimento do Concurso e para o Projeto Institucional da UNIPAMPA5
Capacidade de reflexão do candidato sobre a própria trajetória de formação, assim como a factibilidade de sua proposta5
Área: Teoria Econômica - Campus Santana do Livramento
Prova Escrita
CritérioPeso
Emprego de conceitos4
Utilização de técnicas e suas inter-relações.4
Capacidade de expressão em linguagem acadêmica de acordo com a área de conhecimento do Concurso2
Prova Didática
CritérioPeso
Planejamento de uma aula2,5
Domínio do tema sorteado4
Capacidade de comunicação2,5
Postura pedagógica1
Prova de Defesa do Memorial de Trajetória Acadêmica
CritérioPeso
Pertinência das atividades de ensino, pesquisa e extensão propostas pelo candidato para a área de conhecimento do Concurso e para o Projeto Institucional da UNIPAMPA5
Capacidade de reflexão do candidato sobre a própria trajetória de formação, assim como a factibilidade de sua proposta5
11.2. Os critérios de avaliação e seus respectivos pesos na nota da prova de títulos encontram-se no Art. 17 da Resolução CONSUNI nº 55, de 25/04/2013. A tabela com a pontuação dos títulos encontra-se no Anexo I da Resolução CONSUNI nº 55, de 25/04/2013.
12. DA HABILITAÇÃO E DA CLASSIFICAÇÃO FINAL NO CONCURSO
12.1. As disposições a respeito da habilitação e da classificação final no concurso encontram-se no título VII da Resolução CONSUNI nº 55, de 25/04/2013.
12.2. Os candidatos que, no ato da inscrição, se declararem como pessoa com deficiência, se não eliminados no concurso e qualificados como tal, terão seus nomes publicados em lista à parte e figurarão também na lista de classificação geral por área de conhecimento.
13. DOS RECURSOS
13.1. Os recursos ocorrerão de acordo com o estipulado no título IX da Resolução CONSUNI nº 55, de 25/04/2013.
14. DA DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS
14.1. A UNIPAMPA divulgará através de Edital publicado no Diário Oficial da União e no endereço eletrônico www.unipampa.edu.br/portal/concursos, a relação dos candidatos classificados no concurso objeto deste Edital, conforme Artigo 16 do Decreto nº 6.944/09.
15. DO PRAZO DE VALIDADE
15.1. O prazo de validade do concurso objeto deste Edital é de 01 (um) ano, prorrogável por mais 01 (um) ano, no interesse da Instituição, a contar da data de publicação da homologação do resultado final no Diário Oficial da União.
16. DISPOSIÇÕES FINAIS
16.1. O candidato aprovado e nomeado será comunicado através do correio eletrônico informado no momento da inscrição sobre a publicação da nomeação e dos procedimentos para posse.
16.2. É de responsabilidade do candidato homologado, manter o endereço e o endereço eletrônico atualizados. Em caso de alteração, informá-la à UNIPAMPA, pelo correio eletrônico gestaodepessoal@unipampa.edu.br.
16.3. A classificação e homologação no concurso não asseguram ao candidato o direito de nomeação no cargo, mas a expectativa de direito à investidura no cargo para o qual concorreu, seguindo a rigorosa ordem de classificação e observado o prazo de validade do concurso e a legislação vigente.
16.4. Demais disposições finais encontram-se no título XI da Resolução CONSUNI nº 55, de 25/04/2013.
Bagé, 11 de julho de 2013.
Ulrika Arns
Reitora
 
Fonte: Unipampa

CONCURSO DA EMPRESA GAÚCHA DE RODOVIAS

Concurso Público da Empresa Gaúcha de Rodovias S/A - 2013

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INSCREVA-SE

Fonte: FDRH 06/08/2013

ECONOMIA

Dólar começa a semana em alta e fecha acima de R$ 2,30


Moeda segue acompanhando instabilidade do mercado internacional após leve recuo na sexta


O dólar iniciou a semana em alta, cotada no fechamento a R$ 2,304, com alta de 0,68%. Mais uma vez, foi atingido o maior patamar desde 31 de março de 2009, quando o dólar chegou a valer R$ 2,319. Na sexta, a moeda americana tinha apresentado leve recuo, quando encerrou o dia a R$ 2,288 na venda.

Desde o fim de maio, o mercado financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta. Ele poderá aumentar os juros e diminuir as injeções de dólares na economia global caso o emprego e a produção nos Estados Unidos mantenham o ritmo de crescimento e afastem os sinais da crise econômica iniciada há cinco anos.

Na semana passada, o Banco Central realizou um leilão equivalente à venda de dólares no mercado futuro, o swap cambial, a fim de conter a alta do dólar quando a moeda chegou à casa dos R$ 2,30. Nesta segunda-feira, apesar das expectativas dos investidores, a autoridade monetária não interveio.
Fonte: correio do povo 06/08/2013

terça-feira, 30 de julho de 2013


Municípios brasileiros avançam em saúde, educação e renda

29/07/2013 16:00 - Portal Brasil

 

País teve aumento de 47,8% no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) entre 1991 e 2010 graças a melhora acentuada em longevidade, educação e renda

 

Divulgação/Gov da Bahia   Lista de cidades brasileiras com melhor e pior qualidade de vida no País é divulgada  Ampliar

  • Lista de cidades brasileiras com melhor e pior qualidade de vida no País é divulgada

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou nesta segunda-feira (29) os dados do Atlas Brasil 2013, que apresenta o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de 5.565 municípios. O Brasil registrou um salto de 47,8% no IDHM do país entre 1991 e 2010, um avanço consistente puxado pela melhora acentuada dos municípios menos desenvolvidos nas três dimensões acompanhadas pelo índice: longevidade, educação e renda.

O Atlas é elaborado a cada dez anos com os dados do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A edição de 2013 avalia e categoriza os dados atualizados do Censo de 2010 para construir o indicador.

O índice considera que apenas o crescimento econômico não é suficiente para medir o desenvolvimento de uma cidade: o IDHM é constituído da avaliação de critérios relacionados à saúde, educação e renda. Em termos numéricos o índice é calculado de zero a um - zero significa nenhum desenvolvimento humano, e 1, desenvolvimento humano total. Quanto mais próximo de 1, mais desenvolvido é o município.

O trabalho permite, além do IDHM, a consulta a mais 180 indicadores socioeconômicos, como o acesso a serviços básicos e situação de vulnerabilidade das famílias. A consulta é feita por meio de uma plataforma online, que disponibiliza dados por município com tabelas, gráficos e mapas.

 

Desigualdades entre cidades e regiões

 

Os indicadores de 2013 reafirmam as desigualdades entre as cidades brasileiras. O IDHM do município com melhor resultado, São Caetano do Sul (SP), é quase o dobro de Melgaço (PA), considerado o pior. O estudo também aponta as desigualdades entre as regiões. Os vinte municípios com pior IDHM estão nas regiões Norte e Nordeste. Já na lista dos vinte melhores, além da capital Brasília, todos os outros são municípios do Sul e Sudeste. Destes cinco são capitais: Florianópolis, Vitória, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte.

O IDHM do Brasil saltou de 0,493 (Muito Baixo Desenvolvimento Humano) para 0,727 (Alto Desenvolvimento Humano). O IDHM Longevidade (0,816) é o que mais contribui em termos absolutos para o nível atual do IDHM do Brasil. Esta evolução da dimensão Longevidade reflete o aumento de 9,2 anos (ou 14,2%) na expectativa de vida ao nascer entre 1991 e 2010. Neste mesmo período, o IDHM Longevidade do país acumulou alta de 23,2%. Neste item, os cinco municípios do topo da lista são de Santa Catarina. Já entre os que os ocupam as últimas posições, cinco estão em estados do Nordeste. A escolaridade é outro critério que compõe o IDHM. O acesso à educação é medido pela média de anos de educação de adultos e pela expectativa de anos de escolaridade para crianças. O IDHM Escolaridade tem a maior distorção entre os municípios. Melgaço (PA) tem índice quatro vezes pior que Águas de São Pedro (SP), que apresenta o melhor resultado. A cidade paraense está no fi nal da lista com outros quatro municípios do Norte.

No IDHM Renda, o crescimento no período de 1991 a 2010 foi de 14,2%, o equivalente a cerca de R$ 346 de aumento na renda per capta mensal, com números ajustados para valores de agosto de 2010. Apesar do avanço, apenas 11,1% dos municípios avaliados possuem um IDHM Renda superior ao IDHM Renda do Brasil. O critério usado para calcular a renda média de cada pessoa é a renda municipal per capita, ou seja, a renda média de cada residente no município. Para se chegar a esse valor soma-se a renda de todos os residentes e divide-se pelo número de pessoas que moram no município (inclusive crianças ou pessoas com renda igual a zero). Quatro cidades com o IDHM Renda mais baixos do País são do estado do Maranhão. Já o mais alto do País é da cidade com o maior IDHM geral: São Caetano do Sul, SP, seguida de Niterói no Rio de Janeiro e Vitória, no Espírito Santo.

O IDHM Educação (0,637) é o que tem a menor contribuição em termos absolutos para o valor atual do IDHM do Brasil e também o que possui o maior hiato (0,363). Mas de 1991 a 2010, o indicador foi o que registrou o maior crescimento absoluto (0,358) e a maior elevação em termos relativos (129%) entre as três dimensões do índice. Saiu de 0,278 em 1991, para 0,637 em 2010, um movimento puxado, principalmente, pelo aumento de 156% no fluxo escolar da população jovem (ou 2,5 vezes) no período. Na mesma comparação, a escolaridade da população adulta, outro subíndice do IDHM Educação, ficou quase duas vezes maior na comparação com 1991 (alta de 82,4%).

 

Comparação com o Atlas 2003

 

 

São Caetano do Sul eÁguas de São Pedro (SP) continuam sendo as duas cidades com maior IDH, em relação ao Atlas de 2003 (feito com base no Censo de 2000). Entre as 10 cidades com os melhores índices, entraram em 2013 as capitais Vitória (ES) e Brasília (DF) e ficaram de fora na edição deste ano, Porto Alegre (RS) e Fernando de Noronha (Distrito de PE).

No ranking das 20 cidades com melhor IDH, o estado de SP foi quem melhorou: tinha cinco cidades no Atlas 2003 e agora, em 2013, tem onze. Já o Rio Grande do Sul foi quem mais "perdeu" cidades da lista: tinha cinco cidades e agora não tem nenhuma.

Já entre as cidades com o IDHM mais baixo, o Pará, que em 2003 não tinha nenhuma cidade entre as 20 da lista, em 2013, possui seis municípios com os índices mais baixos. E o Maranhão, que em 2003 tinha oito municípios nesta lista, agora, em 2013, possui apenas duas cidades.

O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013 é uma parceria entre o Instituto de Economia Aplicada (Ipea), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e a Fundação João Pinheiro (FJP).

 

Fontes:

PNUD

Com dados da Agência Brasil

 

Fwd: EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL SEGUNDO A ONU


Municípios brasileiros avançam em saúde, educação e renda

29/07/2013 16:00 - Portal Brasil

 

País teve aumento de 47,8% no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) entre 1991 e 2010 graças a melhora acentuada em longevidade, educação e renda

 

Divulgação/Gov da Bahia   Lista de cidades brasileiras com melhor e pior qualidade de vida no País é divulgada  Ampliar

  • Lista de cidades brasileiras com melhor e pior qualidade de vida no País é divulgada

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou nesta segunda-feira (29) os dados do Atlas Brasil 2013, que apresenta o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de 5.565 municípios. O Brasil registrou um salto de 47,8% no IDHM do país entre 1991 e 2010, um avanço consistente puxado pela melhora acentuada dos municípios menos desenvolvidos nas três dimensões acompanhadas pelo índice: longevidade, educação e renda.

O Atlas é elaborado a cada dez anos com os dados do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A edição de 2013 avalia e categoriza os dados atualizados do Censo de 2010 para construir o indicador.

O índice considera que apenas o crescimento econômico não é suficiente para medir o desenvolvimento de uma cidade: o IDHM é constituído da avaliação de critérios relacionados à saúde, educação e renda. Em termos numéricos o índice é calculado de zero a um - zero significa nenhum desenvolvimento humano, e 1, desenvolvimento humano total. Quanto mais próximo de 1, mais desenvolvido é o município.

O trabalho permite, além do IDHM, a consulta a mais 180 indicadores socioeconômicos, como o acesso a serviços básicos e situação de vulnerabilidade das famílias. A consulta é feita por meio de uma plataforma online, que disponibiliza dados por município com tabelas, gráficos e mapas.

 

Desigualdades entre cidades e regiões

 

Os indicadores de 2013 reafirmam as desigualdades entre as cidades brasileiras. O IDHM do município com melhor resultado, São Caetano do Sul (SP), é quase o dobro de Melgaço (PA), considerado o pior. O estudo também aponta as desigualdades entre as regiões. Os vinte municípios com pior IDHM estão nas regiões Norte e Nordeste. Já na lista dos vinte melhores, além da capital Brasília, todos os outros são municípios do Sul e Sudeste. Destes cinco são capitais: Florianópolis, Vitória, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte.

O IDHM do Brasil saltou de 0,493 (Muito Baixo Desenvolvimento Humano) para 0,727 (Alto Desenvolvimento Humano). O IDHM Longevidade (0,816) é o que mais contribui em termos absolutos para o nível atual do IDHM do Brasil. Esta evolução da dimensão Longevidade reflete o aumento de 9,2 anos (ou 14,2%) na expectativa de vida ao nascer entre 1991 e 2010. Neste mesmo período, o IDHM Longevidade do país acumulou alta de 23,2%. Neste item, os cinco municípios do topo da lista são de Santa Catarina. Já entre os que os ocupam as últimas posições, cinco estão em estados do Nordeste. A escolaridade é outro critério que compõe o IDHM. O acesso à educação é medido pela média de anos de educação de adultos e pela expectativa de anos de escolaridade para crianças. O IDHM Escolaridade tem a maior distorção entre os municípios. Melgaço (PA) tem índice quatro vezes pior que Águas de São Pedro (SP), que apresenta o melhor resultado. A cidade paraense está no final da lista com outros quatro municípios do Norte.

No IDHM Renda, o crescimento no período de 1991 a 2010 foi de 14,2%, o equivalente a cerca de R$ 346 de aumento na renda per capta mensal, com números ajustados para valores de agosto de 2010. Apesar do avanço, apenas 11,1% dos municípios avaliados possuem um IDHM Renda superior ao IDHM Renda do Brasil. O critério usado para calcular a renda média de cada pessoa é a renda municipal per capita, ou seja, a renda média de cada residente no município. Para se chegar a esse valor soma-se a renda de todos os residentes e divide-se pelo número de pessoas que moram no município (inclusive crianças ou pessoas com renda igual a zero). Quatro cidades com o IDHM Renda mais baixos do País são do estado do Maranhão. Já o mais alto do País é da cidade com o maior IDHM geral: São Caetano do Sul, SP, seguida de Niterói no Rio de Janeiro e Vitória, no Espírito Santo.

O IDHM Educação (0,637) é o que tem a menor contribuição em termos absolutos para o valor atual do IDHM do Brasil e também o que possui o maior hiato (0,363). Mas de 1991 a 2010, o indicador foi o que registrou o maior crescimento absoluto (0,358) e a maior elevação em termos relativos (129%) entre as três dimensões do índice. Saiu de 0,278 em 1991, para 0,637 em 2010, um movimento puxado, principalmente, pelo aumento de 156% no fluxo escolar da população jovem (ou 2,5 vezes) no período. Na mesma comparação, a escolaridade da população adulta, outro subíndice do IDHM Educação, ficou quase duas vezes maior na comparação com 1991 (alta de 82,4%).

 

Comparação com o Atlas 2003

 

 

São Caetano do Sul eÁguas de São Pedro (SP) continuam sendo as duas cidades com maior IDH, em relação ao Atlas de 2003 (feito com base no Censo de 2000). Entre as 10 cidades com os melhores índices, entraram em 2013 as capitais Vitória (ES) e Brasília (DF) e ficaram de fora na edição deste ano, Porto Alegre (RS) e Fernando de Noronha (Distrito de PE).

No ranking das 20 cidades com melhor IDH, o estado de SP foi quem melhorou: tinha cinco cidades no Atlas 2003 e agora, em 2013, tem onze. Já o Rio Grande do Sul foi quem mais "perdeu" cidades da lista: tinha cinco cidades e agora não tem nenhuma.

Já entre as cidades com o IDHM mais baixo, o Pará, que em 2003 não tinha nenhuma cidade entre as 20 da lista, em 2013, possui seis municípios com os índices mais baixos. E o Maranhão, que em 2003 tinha oito municípios nesta lista, agora, em 2013, possui apenas duas cidades.

O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013 é uma parceria entre o Instituto de Economia Aplicada (Ipea), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e a Fundação João Pinheiro (FJP).

 

Fontes:

PNUD

Com dados da Agência Brasil




Mensagem original
De: pricardocam < pricardocam@bol.com.br >
Para: pricardocam.concursos@blogger.com < pricardocam.concursos@blogger.com >
Assunto: EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL SEGUNDO A ONU
Enviada: 30/07/2013 20:55

 
 

EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL SEGUNDO A ONU

 

EDUCAÇÃO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL


Educação derruba desempenho de pior cidade gaúcha no IDH

Prefeito Claudio Lesnik aponta questão cultural pela evasão escolar em Dom Feliciano

Cidade gaúcha com o pior desempenho no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Dom Feliciano enfrenta um problema cultural, acredita o prefeito Claudio Lesnik (PSDB), que governa a cidade desde janeiro. Na avaliação, o município da região Centro-Sul do Estado, manteve bons números referentes à longevidade (0.818) e renda per capita (0.633), mas o baixo nível da educação (0.390) influenciou o resultado final, colocando a cidade em 4467º lugar no ranking nacional, com IDHM de 0.587. O IDHM do Rio Grande do Sul ficou em 0,746. No País, o índice é de 0,727.

Com uma área de 1.300 km² e 80% da população residente na área rural, a economia de Dom Feliciano é baseada na agropecuária. Na educação, a grande dificu ldade é levar estudantes para as escolas da zona urbana. E mantê-los nas salas de aula. "É mais uma questão de cultura, de conhecimento da população. Quem trabalha na zona urbana faz questão de manter a sua criança na escola. Mas no interior é bem diferente. É difícil convencer uma mãe a colocar seu filho pequeno no ônibus. E depois que crescem, há o problema da evasão escolar", disse Lesnik ao Correio do Povo.

Atualmente, há 54 alunos de zero a quatro anos matriculados nas creches municipais. O município trabalha na construção de duas novas instituições, para a abertura de 240 vagas na zona urbana. "Em termos de vagas, vai estar resolvida a questão das creches a partir do ano que vem. Mas é um problema muito sério convencer os pais de matricular os filhos", reforçou o prefeito. No caso do pré-escolar, sobram vagas no interior. "Nós temos que criar 232 vagas a mais para essa faixa etária. Mas na zona rural há 35 vagas abertas e não tem alunos", emendou Lesnik.

Outro fator que prejudica o desenvolvimento da educação em Dom Feliciano é a evasão de alunos de 11 a 13 anos de idade, que estão nas séries finais do ensino fundamental. "Nessa faixa etária, os estudantes não vão mais a aula para trabalhar com os pais na agricultura", disse o prefeito. No ensino médio, a situação se agrava. "Até os 18 anos, esses alunos estão até se casando já, formando família e apenas trabalhando no meio rural", sustentou.

A taxa apurada pela pesquisa da ONU revela o nível de desenvolvimento humano de determinada região do Brasil. O IDH dos municípios vai de 0 a 1: quanto mais próximo de zero, pior o desenvolvimento humano; quanto mais próximo de um, melhor. A pesquisa considera indicadores de longevidade (saúde), renda e educação. A classificação varia de 'Muito Baixo' - inferior a 0,499 – e 'Alto', com o indicador que varia de 0,700 a 0,799.

Geração de renda e expectativa de vida

A renda per capita de Dom Feliciano praticamente dobrou em duas décadas. Em 1991, a taxa era de R$ 236,00 e em 2010 subiu paraR$ 409,72 por habitante, estando dentro da média brasileira. No período, a extrema pobreza passou de 50,26% para 22,12%.

Segundo o prefeito da cidade, há expectativa de investimento em energia eólica, o que fortaleceria ainda mais a economia da região. "Nossa esperança é melhorar a arrecadação com a influência econômica. Uma possibilidade que está cada vez mais próxima é o investimento em energia eólica na área rural. Investidores de São Paulo estão em negociação sobre o assunto", revelou o prefeito sem fornecer muitos detalhes. Caso a parceria seja concretizada, a empresa poderá investir aproximadamente R$ 1bilhão. "Isso mudaria totalmente a realidade econômica do município", projetou.

Quando se fala em saúde, a taxa de longevidad e dos moradores de Dom Feliciano é a mais alta entre os itens que compõem o IDHM. Com 0,818, está um pouco abaixo que a média no Estado, que é 0,840, e um pouco acima da nacional, que é 0,816. Conforme o prefeito, comparando com anos anteriores, a média de vida que era de 65 anos no municíío em 1991 passou para 70 anos em 2000 e 74 anos em 2010.

 
 
Fonte: Correio do Povo 30/07/2013