quarta-feira, 12 de setembro de 2012

POLÍTICA

Filho de Beto Grill desiste de candidatura em São Lourenço do Sul


João Pedro admitiu que seria difícil reverter impugnação para concorrer como vice-prefeito


O filho do vice-governador Beto Grill, João Pedro Grill, desistiu da candidatura a vice-prefeito de São Lourenço do Sul pelo PSB nas eleições de outubro. Ele tomou a decisão antes da sentença do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde recorria da decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que havia mantido, por unanimidade, a impugnação do registro.

O indeferimento ocorreu em razão de João Pedro ser filho de um governante, já que Beto ocupou o cargo de governador enquanto Tarso Genro cumpria missão internacional. Conforme a legislação, parentes consanguíneos em até segundo grau de chefes de poder não podem concorrer a cargos eletivos para evitar favorecimentos através da transferência de prestígio político, o que caracterizaria vantagem em relação aos demais concorrentes.

João Pedro admitiu ter desistido da candidatura para não prejudicar a campanha do partido, já que reconheceu que seria difícil reverter a decisão do TRE. Em São Lourenço do Sul, o presidente municipal do PSB, Vilno Borck, será o substituto como candidato a vice-prefeito.

Fonte: cpc

terça-feira, 11 de setembro de 2012

POLÍTICA

A 112ª Zona Eleitoral do Rio Grande do Sul, que controla as questões eleitorais referentes a Porto Alegre, decidiu no começo da noite de quinta-feira (23) conceder tempo extra para as coligações proporcionais que tiveram seus programas políticos omitidos no horário eleitoral gratuito de rádio da capital gaúcha. Com a decisão, o programa eleitoral de rádio será mais longo no próximo sábado (25) pela manhã, incluindo o material omitido pela RBS, empresa que é responsável legal pela geração do horário eleitoral gratuito no município. As outras emissoras de rádio da capital gaúcha, que fazem a transmissão eleitoral a partir da geração da RBS, também terão que transmitir o tempo extra, arcando com os custos do atraso em suas programações normais.

 

A decisão, assinada pelo juiz eleitoral Eduardo Augusto Dias Bainy, aceitou parcialmente a representação promovida pela Frente Popular – Governo de Verdade, que apoia o candidato Adão Villaverde (PT) na eleição majoritária. No pedido, a coligação alegava que havia ocorrido “censura prévia” ao material da aliança por parte da RBS, pedindo exibição do material omitido ainda na sexta-feira (24), dia destinado às inserções da campanha majoritária. A RBS também tinha apresentado esclarecimentos, rechaçando a alegação de censura e dizendo que a não inclusão do material havia ocorrido por erro técnico.

 

O juiz reconheceu a necessidade de exibir os trechos ausentes, mas recusou a data solicitada pela representação da Frente Popular, já que tinham sido as duas coligações proporcionais (PT-PTC-PPL e PR-PV-PRTB) as prejudicadas, e não a aliança que promove o candidato Villaverde. Assim, determinou a inserção do material omitido no programa de rádio de sábado (25) em Porto Alegre, destinado igualmente aos candidatos da proporcional.

 

A ação da Frente Popular solicitava também direito de resposta com relação a declarações de apresentadores ligados à RBS, que teriam feito alegações falsas sobre a não veiculação do material. O mérito não foi apreciado pelo juiz em sua decisão.

 

Fonte: Sul 21

EDUCAÇÃO

Governo gaúcho quer reformar 1,3 mil escolas até 2014

Tarso assinou financiamento de 480 milhões de dólares para investir em 11 programas

O governo do Estado assinou nesta terça-feira, em Brasília, o contrato de financiamento de 480 milhões de dólares do Banco Mundial (Bird) para investimentos no Rio Grande do Sul. A maior parte do recurso inicial – 56 milhões de dólares – deve ser usada na reconstrução de 45 escolas em 35 municípios. O governador Tarso Genro explicou que a verba começará a ser recebida nos próximos meses e o objetivo é reformar 1,3 mil instituições de ensino até 2014, quando encerra o atual mandato.

Além da educação, outras áreas também serão contempladas pelo financiamento. Tarso ressaltou a aplicação em arranjos produtivos locais para fortalecimento da sinergia que existe em cada região, com obras de infraestrutura, qualificação técnica e inovação. Em relação à segurança, haverá investimento em recursos tecnológicos. "Vamos sair da fase analógica para a digital na segurança pública e vocês poderão ver o salto que vai ser dado", disse o governador.

O secretário de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, destacou a destinação de quase R$ 500 milhões para restauração de 1,9 mil quilômetros de estradas. "Herdamos uma malha rodoviária mal cuidada, mal conservada, que tem muitos buracos, e a partir do ano que vem começaremos a recuperar grande parte, em todas as principais vias", afirmou.

O Programa de Retomada do Desenvolvimento (Proredes) prevê recursos de 91 milhões de dólares no primeiro ano do empréstimo, que corresponde ao período de 2012 a 2013, para uso em projetos já em andamento. O restante será destinado nos dois anos seguintes.

O ato de hoje contou com as presenças dos secretários do Planejamento, João Motta; da Fazenda, Odir Tonollier; e da Casa Civil, Carlos Pestana, além da diretora do Bird para o Brasil, Deborah L. Wetzel.

O financiamento do Banco Mundial será aplicado em 11 programas:

1. Programa de Gestão Patrimonial;
2. Modernização da Gestão Pública;
3. Planejamento e Gestão com Participação Cidadã;
4. Tutela e Gestão Ambiental Integrada;
5. Promoção do desenvolvimento da economia gaúcha;
6. RS Tecnópole;
7. Qualificação, recuperação e ampliação da infraestrutura física e pedagógica e viabilização da modernização tecnológica das escolas estaduais;
8. Qualificação da democratização da escola;
9. Transportes multimodais;
10. Gestão das políticas públicas de infraestrutura e logística;
11. Programa de apoio administrativo.
Fonte: cpc

EDUCAÇÃO

OCDE: Brasil é país com maior vantagem salarial para diplomados

Fonte: bbc
Universitário (Foto: Reuters)
Estudo aponta que diferença de salários aumentou durante crise econômica mundial
O Brasil é o país com a maior diferença salarial entre pessoas com diploma universitário e as com grau de instrução inferior, segundo um estudo feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado nesta terça-feira.
De acordo com o secretário-geral da organização, Angel Gurría, a diferença salarial existente no Brasil entre pessoas com ensino superior e as demais representa "o triplo da média dos países da OCDE".
 

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A vantagem salarial média nos 34 países da OCDE entre pessoas que cursaram o terceiro grau e as com nível de instrução menor é de 67% no caso dos homens e de 59% entre as mulheres.
O estudo "Olhar sobre a Educação 2012" da OCDE analisou os dados de 42 países.
Nem todos forneceram, no entanto, números sobre todos os aspectos pesquisados. Apenas 32 países forneceram dados no quesito que indica o Brasil com a maior diferença salarial entre pessoas com curso universitário e as demais.

Recessão

O relatório aponta também que a diferença de salários entre pessoas com ensino superior e as demais aumentou durante a recessão econômica mundial.
A vantagem salarial de homens com ensino superior passou de 58% em 2008 para 67% em 2010 nos países da OCDE.
No caso das mulheres com ensino superior, a diferença salarial em relação às demais passou de 54% para 59% entre 2008 e 2010 nos países da organização.
Apesar das condições incertas do mercado desde 2008, a maioria das pessoas com diplomas de curso superior "continua obtendo benefícios financeiros muito vantajosos", diz o secretário-geral da OCDE.

Investimentos maiores

O Brasil também se destaca no estudo em relação a investimentos realizados na educação.
O país registrou o quarto maior aumento em gastos na educação no período de 2000 a 2009 entre os 33 países do estudo que forneceram estatísticas a respeito.
Os investimentos em educação no Brasil passaram de 10,5% do total dos gastos públicos em 2000 para 16,8% em 2009, diz o estudo.
Na OCDE, a média de gastos com educação é de 13% do total da despesa pública.
O Brasil, segundo o estudo, também é o país que mais ampliou os gastos por aluno no ensino primário e secundário entre 29 países que forneceram dados a respeito.
Os gastos no Brasil com alunos do ensino primário e secundário aumentaram 149% entre 2005 e 2009, diz o relatório, que ressalta, no entanto, que o nível anterior era bem abaixo do observado em outros países.

Ensino superior

Apesar da ampliação considerável dos investimentos em educação, o Brasil está entre os países que menos aumentou os gastos com alunos do ensino superior, ocupando a 23ª posição em uma lista de 29 países.
Houve, na realidade, uma queda de 2%, já que o nível de gastos com alunos do ensino superior não acompanhou o aumento de 67% no número de universitários entre 2005 e 2009, diz o relatório.
Segundo o estudo, o Brasil investe 5,5% de seu PIB na educação, abaixo da média de 6,23% do PIB nos países da OCDE.
"Como muitos países da OCDE, a maior parte dos investimentos brasileiros é feita no ensino primário e secundário. No caso do Brasil, isso representa 4,23% do PIB, mais do que a média de 4% da OCDE", diz o estudo.
"Em contraste, o Brasil investe apenas 0,8% do PIB no ensino superior, o quarto nível de investimentos mais baixo entre 36 países (que forneceram dados sobre o assunto)."
O Brasil também só investe 0,04% do PIB em pesquisas e desenvolvimento, a menor fatia do PIB entre 36 países do estudo, afirma a OCDE.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

POLÍTICA



Avaliação de Dilma fica estável


Governo da petista é avaliado como ótimo ou bom por 62%, índice similar ao de março (64%)

Após atingir seu mais alto índice em março deste ano, a avaliação do governo Dilma Rousseff oscilou para baixo, dentro da margem de erro, e agora é aprovada por 62% dos brasileiros. Completando 1 ano e 8 meses de governo em agosto, a gestão da petista é visto como regular por 30% (ante 29% em março) e como ruim ou péssimo por 7%, taxa de desaprovação que era de 5% no último levantamento.

Na comparação com o levantamento anterior, a aprovação ao governo Dilma caiu na região Sul (de 61% para 54%), no Norte e Centro-Oeste (de 71% para 61%), e entre aqueles com curso superior (de 64% para 52%). A petista mantém seu índice aprovação tanto entre aqueles que dizem ter conhecimento do julgamento do mensalão quanto entre os que afirmam estar bem informados sobre o assunto.

De 1 a 10, a nota média atribuída ao governo da petista em agosto fica em 7,4 (em março, era 7,5).

fonte: data folha

ELEIÇÕES 2012 - SÃO PAULO

Opinião Pública - 31/08/2012

Para eleitor, Russomanno defenderá os pobres, e Serra, os ricos


Visto como o mais inteligente, tucano também é indicado como o que mais promete o que não pode cumprir

Segundo colocado na disputa pela Prefeitura de São Paulo, o ex-governador José Serra (PSDB) tem uma imagem contraditória diante dos eleitores paulistanos: é visto como o mais inteligente e o mais preparado para ser prefeito, mas também como o que mais faz promessas que não pode cumprir e o que mais defenderá os ricos. Seu principal adversário até o momento, Celso Russomanno (PRB), é tido como o que mais defenderá os pobres e o mais moderno e inovador, revela pesquisa Datafolha feita nos dias 28 e 29 de agosto com 1069 eleitores da capital paulista.

De forma geral, Serra é o nome de maior destaque, seja em atributos positivos, seja em atributos negativos. Quando questionados quais dos candidatos é o mais preparado para ser prefeito, de modo geral, 36% apontam o tucano (ele tem 22% das intenções de voto), 24% indicam Russomanno (31% de intenções de voto), 12% apontam o petista Fernando Haddad (14% das intenções de voto) e 5% optam pelo candidato do PMDB, Chalita (5% das intenções de voto), entre outras indicações.

Ex-ministro da Saúde, o candidato do PSDB também é visto por 43% dos eleitores como o mais preparado para cuidar dessa área em São Paulo. Em seguida são apontados Russomanno (17%), Haddad (9%) e Chalita (5%), entre outros. Serra é o mais apontado neste item inclusive entre aqueles que dizem ter o PT como partido preferido (34%, ante 24% para Haddad).

Na área de educação, as opiniões são mais divididas: 26% consideram Serra o mais preparado para cuidar dessa área, enquanto 18% indicam Russomanno, 14%, Haddad, e 11%, Chalita. Entre os eleitores com curso superior, 23% apontam Serra, 17%, Haddad, ex-ministro da Educação, e 17%, Chalita, ex-secretário do Estado da Educação. Russomano fica com 14% nesse segmento.

Para cuidar da área do transporte, os mais preparados são Serra (23%), Russomanno (19%) e Haddad (15%), segundo os eleitores. Um em cada cinco eleitores (20%), porém, não soube apontar um candidato preparado para cuidar dessa área. Também foi perguntado a eles sobre o trânsito, com resultado similar ao verificado em transporte: 21% apontam Serra como o mais preparado para cuidar dessa área, enquanto 19% apontam Russomanno, e 12%, Haddad. A fatia de eleitores que não soube responder, nesse caso, ficou em 23% (entre os eleitores com ensino fundamental, 30%).

O Datafolha também consultou os eleitores sobre qual candidato, se eleito, mais defenderá os ricos, e também qual mais defenderá os pobres. No caso dos mais pobres, Russomanno é apontado por 30% como o que mais defenderá essa camada da população. A seguir aparecem Haddad (14%), José Serra (13%), Soninha (5%) e Gabriel Chalita (5%). Disseram que nenhum deles irá defender os pobres 14%, e 12% não souberam responder. Quanto à defesa dos mais ricos, Serra aparece com destaque: 47% apontam que o tucano defenderá esse segmento, caso eleito. Com índices menores aparecem ainda Haddad (6%), Russomanno (4%) e Chalita (4%). A fatia dos que não souberam responder é de 20%. Entre os eleitores de 25 a 34 anos, 58% avaliam que Serra será o defensor dos mais ricos.

Para 30%, Serra também é o candidato que faz mais promessas que não pode cumprir. Outros 17% dizem que todos os candidatos fazem mais promessas do que podem cumprir. Em seguida aparecem Haddad (7%), Paulinho da Força (7%), Russomanno (6%), Levy Fidelix e Soninha (5%, cada), entre outros menos citados. Entre os eleitores de 25 a 34 anos, fica acima da média a taxa dos que apontam Serra como aquele que faz mais promessas do que pode cumprir (37%). No segmento dos eleitores com mais de 60 anos, porém, esse índice fica abaixo da média (20%).

O tucano também é visto pelo eleitorado como o mais inteligente, realizador e autoritário entre os candidatos. Na questão sobre o mais inteligente, 33% apontaram Serra, que é seguido por Russomanno (22%), Haddad (9%) e Chalita (7%). Entre os mais ricos, os índices de Serra são ainda maiores, de 44% para aqueles com renda mensal familiar de 5 a 10 salários, e de 47% para aqueles com renda superior a 10 salários mínimos. Para o candidato mais realizador, Serra recebeu 32% dos apontamentos, o dobro de Russomanno (16%). O candidato do PT fica com 7% nesse atributo, no mesmo patamar que Chalita (5%). O ex-governador ainda é visto como o mais autoritário (36%), atributo no qual é novamente seguido pelo candidato do PRB (13%) e Haddad (6%).

Questionados sobre qual candidato é o mais indeciso, um em cada três eleitores (33%) não soube responder. As indicações, nesse caso, dividiram-se entre Serra (12%), Soninha (10%), Paulinho da Força (7%), Fidelix (6%), Haddad (5%), Eyamel (5%), Chalita (5%) e Russomanno (4%), entre outros. No eleitorado mais jovem, de 16 a 24 anos, um índice acima da média (20%) aponta o candidato do PSDB como o mais indeciso.

Sobre o candidato mais moderno e inovador, quem aparece na frente é Russomanno, indicado por 22%. Em seguida vêm Haddad (13%), Serra (12%) e Chalita (12%) e Soninha (7%), entre outros. No segmento de eleitores com nível superior, 18% consideram Chalita o mais moderno e inovador. De forma geral, 21% não souberam responder a essa questão, taxa que sobe para 29% entre aqueles com renda mensal familiar de até 2 salários mínimos e para 31% entre os que estudaram até o nível fundamental.

ELEIÇÕES 2012

Eleições2012 - 28/08/2012

Após início do horário eleitoral, Fortunati (PDT) e Manuela (PC do B) empatam na disputa por Porto Alegre


Com 36%, atual prefeito é seguido de perto por candidata do PC do B, que tem 32%

A primeira pesquisa Datafolha em Porto Alegre após o início do horário eleitoral mostra um cenário disputado pela prefeitura da capital gaúcha, com os dois principais candidatos, José Fortunati (PDT) e Manuela D’Ávila (PC do B), em situação de empate técnico. Atual prefeito, Fortunati tem 36% das intenções de voto, índice que, considerando a margem de erro de 3% para mais ou para menos, coloca-o no mesmo patamar que a deputada do PC do B, que aparece com 32%. Essa vantagem, hoje apenas numérica, já foi maior: em pesquisa concluída em 20 de julho, Fortunati aparecia com 38% da preferência do eleitorado, ante 30% de Manuela.

Em seguida aparecem Villa (PT), com 7% (ele tinha 3% na pesquisa de julho); Roberto Robaina (PSol), com 2%; e Wambert di Lorenzo (PSDB), com 1%. O candidato Erico Correa (PSTU) não atingiu 1% das indicações de voto, e Jocelin Azambuja (PSL) não foi citado. Uma fatia de 14% não soube se posicionar em relação aos nomes apresentados (índice estável em relação a julho, 15%), e outros 7% declararam votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos na disputa (eram 10% no mês passado).

Foram ouvidos 827 eleitores de Porto Alegre, com 16 anos ou mais, nos dias 28 e 29 de agosto de 2012. A margem de erro máxima, para o total da amostra, é de três pontos percentuais, para mais ou para menos

Na análise de acordo com a faixa etária dos eleitores, Manuela leva vantagem entre os mais jovens, de 16 a 24 anos (39% a 31%) e entre aqueles que têm de 25 a 34 anos (41% a 28%). A maior vantagem de Fortunati para Manuela está na fatia dos eleitores mais velhos, com 60 anos ou mais, na qual ele alcança 51% (ante 19% da deputada).

Na pesquisa de voto espontânea, em que os nomes dos candidatos na disputa não são apresentados aos eleitores, Fortunati aparece com 25% (ante 19% na pesquisa anterior) e Manuela D’Ávila é citada por 24% (ante 11% na pesquisa anterior). Em seguida aparecem Villa (3%) e candidato do PT (1%). A fatia dos que não souberam citar espontaneamente nenhum nome soma 36% (ante 57% em julho). Os que afirmam votar em branco, nulo ou em nenhum candidato são 7%.

FORTUNATI E MANUELA TAMBÉM EMPATAM EM 2º TURNO

Em um eventual segundo turno disputado entre Fortunati e Manuela D’Ávila, ambos teriam a preferência de 43% dos eleitores de Porto Alegre. O índice dos que declararam votar em branco ou nulo alcança 7%, e 8% não souberam responder. Nessa situação, Manuela leva vantagem entre os mais jovens (54% a 35%) e entre os eleitores de 25 a 34 anos (52% a 33%), enquanto o atual prefeito lidera entre os mais velhos (58% a 27%). Fortunati também abre vantagem sobre Manuela no eleitorado com nível superior (49% a 39%) e entre os mais ricos, com renda superior a 10 salários mínimos (52% a 39%). Entre os que dizem optar por Villa no primeiro turno, 64% indicam votar na deputada em Manuela em um eventual segundo turno entre ela e Fortunati, que fica com 25% dessas indicações. Entre os que dizem ter o PT como partido de preferência, há um empate: 48% declaram votar na deputada do PC do B em eventual segundo turno, e 43%, no atual prefeito.

REJEIÇÃO À VILLA É A QUE MAIS CRESCE

O candidato do PT, Villa, é rejeitado por 16% dos eleitores de Porto Alegre, que não votariam em seu nome para prefeito de jeito nenhum. Em levantamento realizado em julho, o petista tinha um dos menores índices de rejeição entre os candidatos (9%). Em patamar similar de rejeição aparece Manuela D’Ávila, em quem 15% não votariam de jeito nenhum (eram 19% em julho).

Líder nas intenções de voto, Fortunati tem taxa de rejeição de 12% (ante 14% na pesquisa anterior), índice idêntico ao registrado por Wambert di Lorenzo. Com índices similares de rejeição aparecem ainda Roberto Robaina (11%). Erico Correa (9%) e Azambuja (9%). Fica em 17% o índice dos que não souberam responder em quais candidatos não votaria. Uma fatia de 20% não rejeita nenhum deles (ante 16% em julho), e 7% rejeitam todos os candidatos na disputa.

À frente nas intenções de voto, Fortunati e Manuela também são os mais conhecidos pelos eleitores porto-alegrenses. Dizem conhecer o atual prefeito 98% (56% dizem conhecê-lo muito bem, 34%, um pouco, e 7%, só de ouvir falar). Em relação à candidata do PC do B, 97% dizem conhecê-la (51%, muito bem, 38%, um pouco, e 9%, só de ouvir falar). O candidato do PT, Villa, é conhecido por 69% (ante 38% de conhecimento em julho). Em seguida aparecem Robaina (53%), Azambuja (37%), Wambert di Lorenzo (27%) e Erico Correa (26%).